terça-feira, 30 de junho de 2015

Um pedido com frases aleatórias

Consuma o que não precisa...
A burguesia pede...
Mais love por favor...

A nossa onipotência é medida por hipócritas e testada por lixos que não são jogados ao chão.

sábado, 27 de junho de 2015

90 entre 100

Mesmo não sendo completamente meus, não vou deixar meus sonhos se esfarelar nos 90, depois de vários erros vou mudando aos poucos o que realmente quero fazer, nada vai dar saudade e tudo vai dar saudade.
A um tempo que não tento abraçar o mundo, ao mesmo tempo que tento, é difícil ver canções para mim mas a sabedoria dos mais velhos ajuda, os mais novos só lamento de onde vem a sua luz. Os que estavam de lado e na real falam mal só lamento e não comprimento, é bom ser ouvido mas é bom ouvir, o ego deles é maior que o meu, isso eu vi.
O meu ego é gigantesco, quem escreve para mim considero como parceiro, mesmo não me considerando parceiro deles.


O mais difícil foi perceber, que quem eu sempre falei bem nem queria me ver no amanhecer, não quero companhia de ninguém, prefiro morrer sozinho a cumprimentar alguém.


Dos meus demônios só espero um abraço, mas se não for sincero se afasto. Daqueles que levantam a cabeça distância, não precisam de mim e eu de vocês, amém (que assim seja).
Desculpe-me pela cópia, não foi na maldade, entenda. Eu sou seu fruto, sou seu irmão, seu filho, seu "amigo", te escuto.


Seis meses é pouco tempo, escrevo para relembrar, escrevo para te escutar, só peço a Deus que só ele se ponha a falar. Só Deus não né, que preconceito, entidades, fadas, duendes, não rejeito. Eles fazem massagem em mim sempre que peço, o que dou em troca? Não sei, mas peço.


É difícil entender esse laço, esse beco, essa sombra, essa linha, esse grafo.


Na verdade o grafo eu entendo, esse é meu futuro, vai vendo.


Você foi embora muito cedo, estou sozinho, estou perdido, e sempre com medo. O demônio sempre esconde informação, essa é sua sina, finjo entender na ilusão. Não sei o que vocês queriam, escrevo, estaria chorando, me rendo, não sorrio, sem vento.


Guardei sua imagem para sempre, nossa imagem, num passado no futuro relembro.
Canções novas de cantores mais novos não compreendem, pensam sabem, ~entendo. Dos mais velhos de idade que eu obrigado, não importa o ritmo da mensagem, sempre guardo, os mais novos vou me afastar de vez, não sei como falar isso, não falo, errei, erras, erra, erramos, errais e eles erram.


Do ápice da minha fragilidade surge uma possível humildade, que se confunde com arrogância, como você foi falso, forjou meu erro, que fique com a herança.






"[...]
Eu errava e você dava corda,

[...]
Eu sonhava e você respeitava
Isso era o suficiente
Tudo continuava" - meu.